O que são perfis digigráficos

Você ter visto esse assunto dos perfis digigráficos bombando por aí, mas decidimos dar uma simplificadinha pra você entender o que é isso. Sim, recomendamos que você assista ao vídeo abaixo primeiro.

Pois então, deves ter percebido que esse estudo se divide em cinco perfis digigráficos. Veja, abaixo, uma listinha sobre cada um desses perfis, que mostram como pessoas diferentes podem enxergar a tecnologia de maneiras distintas.

Evoluídos: são as criancinhas de 2012, aqueles que já nasceram com a tecnologia e acham completamente bizarra a vida sem ela. Acham um absurdo o fato de ter que buscar informações em livros. Esse perfil digigráfico valoriza o agora e faz várias coisas ao mesmo tempo, sem necessariamente respeitar o fim de uma atividade para iniciar outra. Aqui o vídeo que explica em detalhes.

Imersos: aqueles que tiveram na internet o crescimento das suas vidas. Eu, de 24 anos, me sinto nesse grupo. Minha personalidade se desenvolveu em fóruns de discussão. As primeiras mídias sociais que participei foram esses foruns (podemos pular o chat do Terra e o ICQ?). Depois disso, o Orkut – e a história que vem a seguir você pode imaginar. Esse perfil digigráfico é super acostumado com a internet e sites de redes sociais, mas, como viveram o mundo “analógico”, não acham tão absurda ideia de viver sem internet. São pessoas que, muitas vezes, constroem vários “eus” através da internet e fora dela – redes sociais dentro e fora da internet. Tá aqui o vídeo.

Ferramentados: são aqueles que curtem as ferramentas digitais e usam quando ajudam. Não são tão “viciados” quanto os perfis digigráficos citados anteriormente. São os caras que preferem fazer ligações ao invés de trocar e-mails ou acessar o Facebook para comunicação. Lidam com as instituições parte digitalmente, parte analogicamente. Assista no YouTube a explicação.

Fascinados: para esse perfil, gadgets e mídias sociais são o último grito. São pessoas que querem mostrar que são antenadas, mas que não necessariamente entendem perfeitamente essa nova onda. Querem mostrar que são conectados, mas usam os gadgets mais como um adorno do que como uma ferramenta. Exemplo: aquele cara de 40 anos que compra um iPhone e não baixa apps por que não sabe como fazer isso, só quer ter a imagem ligada à tecnologia. Veja mais aqui!

Emparelhados: essa última análise do comportamento digital diz que esse perfil é formado por aqueles que têm simbiose com a “vida digital”. Nesse espaço está tudo: trabalho, amor, diversão e assim por diante. São pessoas que não viveriam sem internet e gadgets (ou pelo menos pensam assim). Pessoas que trabalham com Marketing Digital muitas vezes se sentem assim. As máquinas são extensões do corpo. Você é daqueles que se sente nu quando esquece o celular em casa? O vídeo está no YouTube.

 

Fonte:chádecerebro

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