A DM9DDB apresenta um documentário com estudo inédito em que apresenta uma nova classificação do consumidor em ambiente digital. O estudo, que recebeu o nome de "Perfis Digigráficos", conclui que as mudanças trazidas pelo digital pouco ou nada tem a ver com sexo, idade ou classe social, mas sim com três novos critérios:

 1) Quanto e como as pessoas utilizam os recursos e equipamentos de tecnologia em sua vida. 
 
2) Quais são as intenções que elas têm ao consumir os diversos produtos digitais. 
 
3) E principalmente, quanto os recursos digitais servem para moldar sua própria identidade.

Ou seja, no mundo digital, não dá pra classificar as pessoas somente por meio dos critérios convencionais, como demografia ou mesmo perfis psicográficos. É preciso adicionar um novo olhar, usando uma nova lente. Com base nestes novos critérios, a DM9 adotou cinco perfis de consumidores digitais, que ganharam o apelido de perfis digigráficos. São eles: 
 
IMERSOS: Tiveram parte de sua identidade definida a partir da tecnologia. 
Com ela, conseguiram “se encontrar”, definir melhor seus interesses e estabelecer melhores vínculos com o mundo. 
Suas personalidades e identidades foram definidas pela era digital, que os permitiu dar vida a mais personas.
 
FERRAMENTADOS: recorrem à tecnologia para agilizar as tarefas, mas não a idolatram.
A tecnologia os ajuda nas tarefas cotidianas, facilitam suas vidas. Mas não dependem delas nem são definidos por elas .Esse grupo é um exemplo de como as pessoas redefiniram a maneira como se relacionam com família, escolas, empresas e governo. 
 
FASCINADOS: querem parecer modernos e tecnológicos.
Para eles, computadores, gadgets e hábitos da Era Digital são ícones da modernidade – e consumir essas novidades os ajuda a atestar que são antenados. Eles são um excelente exemplo de como o relacionamento com os outros foi bastante modificado.
 
EMPARELHADOS: a tecnologia é fundamental para pôr em prática os projetos da vida.
Eles enxergam a tecnologia como a grande companheira para fazer o dia a dia acontecer. Sem ela, a vida fica extremamente complicada. Para este grupo, as máquinas são como uma extensão do seu corpo, potencializando suas capacidades humanas.
 
Evoluidos: o universo das máquinas e da tecnologia é seu habitat.
Esses são as crianças e os adolescentes que já nasceram adaptados e estão crescendo no mundo digital. Não conheceram o mundo pré-digital. 
 
Para Cynthia Horowicz, vp de planejamento da DM9DDB, “o estudo reforça o posicionamento que escolhemos para a DM9DDB como uma agência convergente. Geramos ideias e construímos marcas independentemente da plataforma”. E completa: “para as marcas, o estudo será uma grande contribuição para que sofistiquem seu entendimento do consumidor na era digital”.
 
Rodrigo Maroni, diretor de planejamento e estratégia digital, completa: “Essa nova classificação dos consumidores nos permite aumentar a eficiência das ações digitais, pois nos orienta a gerar ideias mais relevantes para cada público”. Ele exemplifica: “Para se conectar com o perfil “Imersos”, é preciso saber conversar e dar valor para suas identidades virtuais, especialmente usando meios digitais, que é onde essas identidades ganham vida.”
 
O documentário com o estudo aparece dividido em seis episódios  e, além da classificação de cada perfil digigráfico, os vídeos trazem análises dos especialistas da DM9 e dos profissionais da Vox Pesquisas, contratada pela DM9 no processo de investigação do estudo. 
Fonte:Adnews

 

A forma como as mídias sociais estão proporcionando uma comunicação fácil  e direta entre grupos menores e com isso, mudando completamente toda a comunicação, entretenimento e cultura que conhecemos, mostra que o futuro será assim, cada vez mais focado em comunicação entre pessoas que pertencem ao mesmo lugar (não necessariamente de forma física).

O atual CEO do Youtube, Salar Kamangar, deixou que acredita fielmente nessa ideia e que o serviço de compartilhamento de vídeos deve se posicionar assim, como a terceira grande onda do entretenimento. Em uma entrevista ao AllThingDigital

Estamos entrando na terceira era do entretenimento. A primeira onda foi a rede de televisão. A segunda foi a rede de televisão a cabo. Agora se trata de dar as pessoas exatamente o que elas querem ver hoje.

youtube Salar Kamangar 500x247 O futuro do conteúdo está nos canais de nicho, afirma o CEO do Youtube

Durante a entrevista realizada com o CEO ele também demonstrou que o Youtube tem muito interesse em proporcionar isso da melhor forma possível, trabalhando constantemente em aprimorar o serviço que oferecem atualmente. Um dos próximos passos é abrir 100 canais de conteúdo premium ainda neste ano.

Ainda sem muitas informações sobre como tudo isso vai funcionar (ou se realmente vai ser cobrado) é bem possível que a gente comece a ver o Youtube  como um concorrente cada vez mais forte dos canais de televisão aberta e fechada. O quanto será que a Globo ou a Record estão se preocupando com o futuro do Youtube?

Fonte:Midiatismo

 

Redes sociais, como Twitter e Facebook, ganham credibilidade entre empresários que buscam retorno sobre desempenho dos negócios.

Segundo pesquisa da BrightEdge feita com pessoas de 360 empresas da área de varejo, finanças, tecnologia e turismo, 84% dos profissionais que lidam com buscas na internet pretendem aumentar o emprego de métricas de redes sociais, e 72% deles afirmaram que pretendem aumentar seus gastos com SEO (sigla em inglês para Search Engine Optimization) em relação ao ano passado.

Essas métricas variam de acordo com a rede social usada e o que a empresa pretende avaliar. 

Thiago Bacchin, CEO da Cadastra, agência de marketing especializada em ações de performance, conta que a métrica mais comum do Twitter, por exemplo, é o levantamento do número de menções com o auxílio de ferramentas de monitoramento.

Isto pode ser feito antes mesmo da empresa ter um perfil na rede social. "Essa é a primeira coisa a fazer para saber qual o status da discussão que a marca tem nas redes sociais e identificar possíveis ameaças", explica Bacchin.

De acordo com ele, essa sondagem permite até saber quais prejuízos uma empresa pode ter se demorar em responder alguma solicitação ou reclamação feita via rede social.

Após o estabelecimento da marca na rede social, Bacchin explica que a próxima etapa engloba a mensuração da quantidade de pessoas que efetivamente tem relação com a marca. No Twitter, essa medida se dá pelo número de seguidores, e no Facebook, pela quantidade de fãs que a página da empresa possui.

"Isso não significa que elas estão interagindo e nem qual o nível de engajamento. Não adianta ter 50 mil fãs e quase ninguém interagindo", pondera Bacchin.

Quando há interação, o cálculo para diagnosticar o número de pessoas que estão postando coisas positivas sobre a empresa também não é simplista. 

"O ideal é tentar identificar o segmento e comparar com os similares. Existem empresas com mais de um milhão de fãs no Facebook com pouca interação e outras que fazem um trabalho enorme com seus dois mil fãs", afirma.

 

Fonte:brasileconomico