Pesquisa da Amcham mostra que empresas pretendem aumentar investimentos nas redes em 2012

A Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) divulgou, nesta terça-feira, 13, um estudo que aponta que 96% das empresas que operam no Brasil enxergam as mídias sociais como importante canal de comunicação e como fundamental ferramenta fomentadora de negócios. Segundo a pesquisa, 65% das empresas atuantes no mercado nacional pretendem aumentar as ações e verbas destinadas às redes sociais, enquanto que 31% manterão o que já está sendo feito nesses canais.

De acordo com a Amcham, mesmo com essa visão positiva em relação às mídias sociais, atualmente quase metade dos consultados gasta menos de 5% do orçamento do departamento de marketing com essas ferramentas. Apenas 3% afirmou dirigir até 40% da verba de marketing para redes como Facebook, Twitter, Google+, Foursquare e Orkut.

As empresas brasileiras devem se apoiar principalmente nessas cinco mídias de relacionamento, em 2012. O Facebook deve ser o canal que receberá mais atenção, com três quartos dos consultados afirmando que pretendem agir nesse canal. O Orkut, outrora tão presente no Brasil, é o último da lista, com 8%. O Twitter é o segundo na classificação, com 56%, seguido de Google+, com 32%, e Foursquare, com 10%.

Entre os objetivos perseguidos pelas empresas ao atuar nas mídias sociais, foram apontados: relacionamento com o cliente (74%); reforço de marca (63%); promoção e divulgação de produtos ou serviços (53%); monitoramento de marca (46%); e e-commerce (18%).

Com melhor divulgação e mais visibilidade, aumentam as chances de vendas. Conheça esse agregador do Google e maximize seus resultados.

O Google Shopping já está operando no Brasil como mais uma das ferramentas de  busca “paralela” ao Google, que objetiva, de alguma forma, organizar as informações da internet e com elas deixar ainda mais relevante o resultado das pesquisas da sua principal ferramenta.

O Google Shopping é diferente de outros sites pelo que faz e pelo que não faz. O Google Shopping pesquisa o maior repositório de comerciantes e produtos da internet e exibe rapidamente resultados relevantes para determinada busca e possibilita que os usuários consigam comparar preços e funcionalidades desses produtos.

Muitas pessoas me perguntaram se o Google Shopping é igual ao Buscapé ou a outros comparadores de preços do mercado, e a resposta é sim e não. Sim, pois a interface dele é muito parecida com os comparadores de preço. Não, pois o Google Shopping utiliza outros critérios para classificar os resultados que ele exibe. Os produtos que serão exibidos primeiro são os que o Google considera mais relevantes para aquela busca e não as empresas que estão pagando mais para aparecer.

O Google Shopping vai me ajudar a vender mais?

A grande sacada do Google Shopping é conseguir facilitar a vida das pessoas que estão buscando determinado produto e oferecer para eles resultados mais relevantes para aquela busca, logo, se você souber se posicionar da forma certa e tiver uma loja virtual que consiga integração com o Google Shopping, provavelmente, você conseguirá mais visitantes para o seu site e, dessa forma, mais vendas.

Dependendo do produto que está procurando o Google exibe no meio dos resultados de busca do um quadro como o acima relevante para o termo buscado. E como o próprio Google afirma a quantidade de clique em resultado no qual são exibidos imagens é muito maior que os resultados só de texto.

Como coloco os meus produtos no Google Shopping?

O primeiro passo para você poder colocar seus produtos no Google Shopping é ter uma conta do Google. Pode ser uma conta @gmail.com ou uma conta que esteja no utilizando o Google Apps. Se você já tem uma conta no Google é só se cadastrar no Google Shopping aqui.

Depois disso você precisa enviar para o Google Shopping os seus produtos, eles podem ser enviados, basicamente, de duas formas: Feed de dados ou API.

O feed de dados é a forma mais simples de integrar a sua loja virtual com o Google Shopping onde é criado um arquivo no formato XML especificado pelo Google que contenha todos os seus produtos.

Já a API exige um pouco mais de conhecimento de programação que desejam integrar seus aplicativos ao Google Merchant Center. Ela é bem mais flexível e permite aos aplicativos enviar dados novos, atualizar ou excluir itens existentes. Para mais detalhes sobre Google Content API for Shopping.

Como ser relevante no Google Shopping?

Como sempre a formula que o Google utiliza para classificar os sites é não é revelada, mas depois de ler alguns artigos e fazer alguns testes podemos afirmar que:

  • Atributos no Feed: Quanto mais dos atributos do produto você conseguir informar no Feed ou via Api é melhor.
  • Imagens – obviamente, o Google Shopping quer exibir as pessoas diferentes imagens do produto. Caso você envie uma variedade de fotos, ou fotos com boa qualidade, as suas chances de aparecer bem posicionado no Shopping aumentam.
  • Título da sua página de produto: a title tag da página do seu produto lá no seu website ajuda você aparecer melhor listado no Google Shopping.
  • O preço: Quando melhor for o seu preço em relação aos seus concorrentes melhor.
  • A descrição do produto: Aqui é onde você pode fazer a diferença crie uma descrição única para o seu produto e tente fugir da descrição padrão que é oferecida pelo fabricante e que, provavelmente, todos os teus concorrentes utilizam.

Isso não é uma receita certeira de sucesso são apenas impressões dos testes que fizemos com os nossos clientes e das pesquisas que realizamos.

E você já está utilizando o Google shopping? Como estão seus resultados?

Fonte:Outrolado


Professor especialista em web dá dicas de como as corporações podem ingressar nesse meio sem cometer erros primários

Redes sociais. Este é um dos termos mais comentados dos últimos tempos, seja na sala de aula, em casa, rodas de amigos ou no trabalho. No mundo corporativo, milhares de executivos têm quebrado a cabeça para poder incluir no dia a dia da companhia as ferramentas de comunicação disponibilizadas por estas redes.

Para aqueles que estão se aventurando por conta e risco nessa empreitada, um aviso: há muita coisa para ser analisada antes de simplesmente criar um perfil na rede mais popular do momento. Segundo o professor André Rosa, jornalista e especialista em web, a primeira lição para as empresas que querem se comunicar pelas redes sociais é se lembrar que estes sites não são uma extensão das ferramentas tradicionais de comunicação.

"Há uma lógica diferente e, por isso, não dá para criar estratégias de marketing e comunicação se baseando nas mídias tradicionais. Esse, aliás, é um grande erro. Antes de entrar na rede mais popular é preciso que a empresa questione o que quer alcançar", ressalta André. "Esse tipo de utilização das redes é uma forma muito limitada e certamente um erro primário", completa.

Normalmente, as empresas se focam em dois objetivos: presença ou engajamento do usuário. No primeiro caso, André explica que é comum as marcas buscarem apenas indicadores como grandes quantidades de "Curtir" em um post ou seguidores. No entanto, este tipo de relação com as redes sociais são pouco efetivas. Já no caso do engajamento é necessário muito mais do que apenas uma presença digital, é preciso tornar o usuário um aliado.

Para isso, existe uma tríade fundamental: desenvolver conteúdos atraentes e relevantes, ter diálogo e conseguir uma equipe preparada. "Para tornar o usuário um aliado da sua marca é preciso o máximo de trabalho e objetivos muito claros. Os conteúdos devem trazer popularidade e serem úteis. Só assim o usuário vai perceber o quanto vale a pena estar conectado a essa empresa", afirma.

As companhias devem enxergar as redes sociais como um espaço de diálogo, onde elas podem oferecer feedbacks, conteúdo atraente e divulgar sua ideia, de acordo com André. O professor ainda ressalta que cada rede tem um propósito e se encaixa melhor em uma situação. No Facebook, por exemplo, é possível adicionar um dos formatos mais atraentes de conteúdo: o vídeo. Fora isso, dentro do site é possível discutir e comentar assuntos de forma fragmentada, enquanto que no Twitter as mensagens são mais soltas e não mantêm um histórico linear. "O Twitter tem um caráter de agilidade muito grande e é comumente usado para reclamações. Porém, o ideal é explorar ambos em suas melhores características", comenta.

Em relação a equipe, André observa que existem alguns pré-requisitos importantes na hora da contratação de um profissional de mídias sociais. Para ele, além da especialização, a pessoa deve ter noção de sociologia para saber um pouco do comportamento humano, alem de ter um tino comercial. "Ele deve ser um ombro amigo e um bom vendedor, essas qualidades precisam coexistir, pois é fácil encontrar muitos usuários tentando desestabilizar a marca [conhecidos como Trolls]", conta. "Organizar e fazer curadoria das redes sociais é uma missão delicada em que se deve levar em consideração as limitações tecnológicas do profissional e o tamanho da equipe", conclui.

Existem ainda centenas de toques e dicas para as empresas que estão ingressando nas redes sociais. E o ideal é buscar cursos e palestras que estimulem a reflexão e diálogo sobre o assunto. Muitas vezes, os casos de sucesso de outras empresas servem como um enorme aprendizado. Lembrar-se da tríade comentada pelo professor é o começo de tudo para minimizar os erros mais comuns.

 

Fonte:Olhar Digital